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Arthur Moledo do Val (São Paulo, 21 de agosto de 1986), também conhecido pelo seu pseudônimo Mamãe Falei, é um político, ativista integrante do Movimento Brasil Livre, youtuber e empresário brasileiro.[1][2] Nas eleições gerais de 2018, foi eleito deputado estadual por São Paulo pelo Democratas (DEM), sendo o segundo mais votado com 478.280 votos, atrás apenas de Janaína Paschoal.[3] Atualmente, é filiado ao Patriota.[4]

É defensor de ideias majoritariamente liberais e usa de seu canal na rede para difundir tal ideologia entre seus seguidores, que já passa da marca de 2,5 milhões de inscritos no YouTube.[5]

Biografia e ativismo Editar

O ativista conta que o seu questionamento em relação à economia e política do Brasil começou desde seus anos mais jovens, inspirando-o a criar o canal "Mamãefalei" em junho de 2015.[6] No mesmo período, aconteciam manifestações a favor da permanência no cargo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como Ministro da Casa Civil.[7] Arthur aproveitou a oportunidade para pôr em pauta um dos principais pontos de seu trabalho no ano seguinte, em 2016, que seria a crítica à militância política cega. O vídeo foi bem recebido pelo público e foi o ponto de partida para sua carreira ativista.[8] O formato de vídeos em que ele ia a manifestações políticas (sobretudo de esquerda) e questionava manifestantes sobre pautas defendidas, na tentativa de expor incoerências, trouxe crescimento ao canal.[9] O canal alcançou notoriedade rapidamente, se associando a grupos como o Movimento Brasil Livre (MBL) e, juntamente com o movimento, recebendo o Prêmio Boletim da Liberdade, do jornal homônimo, em 2017; internautas assinantes do jornal participaram da eleição dos vencedores.[10]

Entre junho e julho de 2016, Arthur conheceu os coordenadores do MBL, passando a produzir conteúdos e militar como membro.[11]

Em junho de 2018, Arthur estreou na Câmara dos Deputados, falando sobre fake news e as acusações ao MBL, bem como sobre o pedido do ministro Luiz Fux de uma investigação sobre notícias falsas. Fux havia citado um estudo da USP que colocaria o MBL como propagador de fake news. Arthur disse que tal estudo não existe e cobrou a presença de Fux, dizendo que estaria envolvido com questões importantes como direito incondicional dado ao funcionalismo público. Arthur concluiu seu discurso com as seguintes palavras:

O que eu proponho aqui é que a gente deixe de demagogia, deixe de discurso autoritário de patrulha de pensamento! “Vamos patrulhar o WhatsApp, vamos regular não sei o que...” só falta o cara querer regular o pensamento ou o teu papo de bar com seu amigo. Vamos deixar que as próprias pessoas amadureçam, como sempre foi na sociedade, e nós vamos combater a fake news de maneira natural. Ninguém quer compartilhar um fake news. Ninguém quer passar vergonha de passar uma informação falsa. E é nisso que nós devemos confiar muito mais do que num burocrata com uma caneta.[12]


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